O Poeta e o Mar

Janeiro 3, 2008

Vejo a frente águas calmas

Beleza  que parece mágica

Ambiente para um encontro

Que trará um diálogo profundo

Entre um simples poeta e o mar

Conselhos, apostas, dívidas

consigo mesmo vividas

Águas geladas, quase paradas

Parecem ouvir, sentir, repetir

E logo uma coragem se vê

 Quando? Quem iria responder?

O tempo? Melhor deixar acontecer